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sábado, 26 de janeiro de 2013

Passagem pela Índia

Passagem pela Índia:
Como foi visível, fiquei verdadeiramente chocado com Mumbai e essa primeira impressão condicionou toda a minha estada na Índia. Podia ter continuado para norte, mas desaguei num mais relaxado sul.
Vi e experimentei a Índia mais fácil. Goa e Kerala e Fort Cochi. Mesmo assim, foi com alívio que entrei no avião em direção a Singapura.
Não gostei da Índia? Sim, gostei. Do que nunca me consegui alhear foi da imensa pobreza que encontrei à chegada e do lixo constante.
É-me impossível alhear do que me circunda e fazer como vi fazer em Mumbai. Seguir em frente sem sequer me aperceber da miséria à minha volta.
Há quem ame a Índia e quem não a suporte. E há os outros, como eu, que largam o país com sentimentos mistos.
Amit, um indo-americano pela quinta vez no país, disse-me um dia: "Este é um país de contrastes, um país onde somos maravilhados e em simultâneo vemos o horror. Nunca vi ninguém sair da Índia com um sorriso no rosto".

 *********************************************************************************Reflexões de um Viajante-Site Viagem de Comboio
Postagem no Blog, através do Google Reader
Sonia Maria
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Na charmosa Candolim

Na charmosa Candolim:
As praias do norte de Goa - Sinquerim, Candolim, Calangute - são porto de destino de voos charter que vomitam centenas de russos. Os hotéis, guesthouses, restaurantes e lojas acotovelam-se na faixa de terreno entre a estrada e o areal. Mas mesmo assim, Candolim consegue manter um charme.
A estrada é pouco menos do que caótica e o calor abrasador. Os edifícios sucedem-se numa mistura que mescla feios hotéis com belas casas indo-portuguesas de um ou dois pisos e uma larga varanda. As poucas transversais de acesso à praia estão pejadas de restaurantes e lojas de souvenirs. Estes arruamentos são o centro de toda a atividade, principalmente noturna, a sua iluminação é feérica e os russos acotovelam-se. São principalmente russos, aqui largados por voos charter.
Mas Candolim continua charmosa. Da estrada principal pequenos estradões de terra batida levam a carreiros que desembocam nas guesthouse - casas particulares adaptadas para receber forasteiros. Chego a Shanu, a guesthouse,  por um trilho rodeado de palmeiras e outras árvores, rodeado por uma gama de verdes que não temos em Portugal e sigo mais umas dezenas de metros até chegar ao areal.

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Este Blog me leva a lugares maravilhosos graças ao nosso amigo viajante...
Sonia Maria