Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador sitedocabodarocaavladivostok. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sitedocabodarocaavladivostok. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de dezembro de 2013

A ternura da mecânica

A ternura da mecânica:



********************************************************
Do site Do Cabo da Roca a Valdivostok, clicar no link..
A ternura está inserida na alma feminina, lamentávelmente no Ocidente,a ternura tem se perdido...
Sem ternura o mundo fica mais duro, pesado, rude, incómodo.
Simplesmente Sonia Maria

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A bela Hoi An

A bela Hoi An:
Principal entreposto comercial do Vietnam entre os séculos XV e XIX, Hoi An é uma bela cidade que escapou incólume à história recente do país e quase teve um português como seu fundador. Foi o navegador António de Faria quem primeiro tentou estabelecer um porto comercial nesta zona em 1535, mas seria alguns anos mais tarde, em 1595.
Rapidamente a cidade se transformou num entreposto vital da rota das especiarias e viu holandeses, chineses, japoneses e indianos estabelecerem-se. A arquitetura da cidade conta esta história com um centro histórico muito bem preservado e que é Partimónio da Humanidade. Este é um dos destinos obrigatórios para quem passe pelo Vietnam central.

Simplesmentesoniamaria
Blog-Ternura de Deus


terça-feira, 9 de julho de 2013

Beijing ou Pequim?

Beijing ou Pequim?:
Cheguei à China, última etapa antes da entrada na Rússia. Uma passagem rápida por este país que merece - só ele - uma grande viagem como esta que estou a empreender. Atravesso-a a correr, fazendo mais de 2.000 quilómetros em apenas 30 horas, num sobrelotado comboio, e quando dou por mim estou em Pequim. Ou será Beijing?
Durante séculos, os portugueses chamaram à capital chinesa Pequim, mas nos últimos anos começou a surgir a grafia Beijing em várias publicações impressas. É isto apenas uma moda ou há algo mais significativo por detrás da nova grafia?
Claro que sim. Em 1979 a República Popular da China adoptou o Pinyin - uma simplificação dos nomes chineses na grafia ocidental. Um passo destinado a facilitar os contactos com o exterior e que grafou o nome da capital como Beijing - assim como Mao Tze Tong passou a ser Mao Zedong.
Esta grafia foi rapidamente adoptada pelos países anglo-saxónicos, mas na velha Europa continuou-se a utilizar a grafia anterior, consoante os países. Em Portugal não há uma regra definida e a própria página da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas opta por colocar os dois nomes: Pequim e Beijing.
Sendo portanto ao gosto do freguês, e apesar de no dia-a-dia utilizar Beijing (porque de outra forma não seria entendido) continuarei a escrever Pequim.
Estou, pois, em Pequim, a plana cidade de mais de 10 milhões de habitantes em que dois mundos se interconectam. A cidade está bastante ocidentalizada mas continuam a existir pequenos focos que nos dão uma ideia de como era, com estreitas ruelas e pequenos edifícios de apenas um piso construídos com tijolo cinzento.
E apesar de ter muita gente esta é uma cidade em que é agradável andar. O metro e as minhas pernas são os meios de transporte de eleição. O metro porque é muito bom e chega praticamente a todo o lado. O mesmo acontece com as minhas pernas, que me levam onde eu quero. Desde que as distâncias sejam mais curtas, claro.
*********************************************************************************************Historias de viagem do site- Do Cabo da Roca a Vlkadivostok
Passagem pela China.
Sonia Maria


Em Vladivostok!


Imagem- Vector- Freepick
Em Vladivostok!:
Sei que não é normal publicar duas crónicas no mesmo dia, mas também não é todos os dias que se atinge o objectivo da viagem. Às 8 da noite locais - 10 da manhã em Portugal - cheguei a Vladivosotk. Está assim cumprido o objectivo desta viagem: ligar o extremo ocidental da Europa à cidade mais oriental do continente asiático; unir o Cabo da Roca a Vladivostok.
E por aquelas coincidências agradáveis, a chegada ao mais importante porto russo no Pacífico aconteceu exactamente nove meses depois de iniciada a viagem. Estou há 270 dias na estrada; fiz mais de 30 mil quilómetros; atravessei a Europa e infiltrei-me na Ásia pela Turquia; seguiu-se o Irão, Índia, Singapura, Tailândia, Laos, Cambodja, Vietnam e China.
A chegada a Vladivostok não implica o fim desta aventura que me mudou. Agora há que fazer a viagem de regresso e como deve imaginar não vou à procura do aeroporto mais próximo.
Vou levar os próximos dias a conhecer Vladivostok e depois meto-me de novo à estrada. Ou melhor, ao caminho de ferro. O próximo passo é só ele toda uma aventura: cruzar a Rússia no Transiberiano, o mais longo caminho de ferro do mundo e depois entrar nas repúblicas bálticas e ir fazendo o meu caminho pela Europa. Agora sim sempre de comboio.
Mas das minhas vivências russas darei notícia mais para a frente. Como é evidente, há uma discrepância entre o que vou publicando aqui e os locais onde estou. Só assim era possível manter a actualização diária. Para si estou nos meus últimos dias do Vietnam e segue-se a passagem pela China.
Mas queria que fossem os primeiros a saber: Já estou em Vladivostok!.
******************************************************************************************
ötimo ver o nosso viajante atingindo sua meta...
Site- Do Cabo da Roca a Vladivostok
Viagem de Comboyo
Sonia Maria


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Socalcos= Site- Do Cabo da Roca a Vladivostok

Socalcos:


*********************************************************************************************Hoje quero continuar viajando com o site......Ver novas paragnes, onde haja mais natureza, vida mais simples, menos aglomerados urbanos..Clique para ver a materia..Sonia
Blog-Ternura de Deus

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nossa Senhora e Ho Chi Min- Site do Cabo da Roca a Valdivostoki

Nossa Senhora e Ho Chi Min:
Uma estranha mistura pode ser vista nas lojas de souvenirs junto à montanha de mármore, poucos quilómetros a sul de Da Nang. Louçaria decorada com imagens de Nossa Senhora e de Ho Chi Min, o pai do Vietnam moderno e figura ainda hoje reverenciada no país.
Mais do que uma curiosidade, esta imagem diz muito sobre o Vietnam actual onde a religião é parte importante do dia-a-dia - fundamentalmente o budismo - e onde o culto de personalidade de Ho Chi Min continua muito presente, mesmo em contraste com o estilo de vida do presidente do Vietnam do Norte, que morreu em 1969.
A sua imagem está em todas as escolas do país e é omnipresente na estatuária de todas as cidades. O corpo de Ho Chi Min foi embalsamado contra sua vontade - queria ser cremado - e continua exposto num enorme mausoléu que todos os dias recebe milhares de pessoas na capital, Hanói.
Entrar neste mausoléu e ver - ou prestar homenagem - a Ho Chi Min é algo que se deve fazer na capital vietnamita. Depois de largas filas bem organizadas e que andam a bom ritmo, chegamos à entrada do edifício de mármore. A guarda de honra está com os uniformes brancos de gala e vai orientando os visitantes. Entra-se num edifício onde o ar condicionado mantém uma temperatura baixa em contraste com os 40 graus de temperatura ambiente.
Só por gestos, os guardas impõem o silêncio e mantêm a fila a avançar, em grupos de não mais de 20 pessoas. Entra-se numa sala onde está o sarcófago de Ho Chi Min, com as vermelhas bandeiras do Vietnam e do Partido Comunista esculpidas em mármore. Com uma tez muito amarela, o corpo mumificado de Ho Chi Min parece pouco real. Mas o que importa é a simbologia e esta é forte.
Há turistas e vietnamitas no grupo em que sigo. Duas pessoas atrás de mim, um casal idoso de pequena estatura não esconde a importância do momento. São evidentemente camponeses que pela primeira vez prestam tributo àquele que é considerado o pai do Vietnam Moderno. Ela está com a sua melhor roupa e de chapéu cónico e ele voltou a vestir a farda, onde ostenta uma condecoração.
Já perto do fim, param para prestar a sua homenagem. E os guardas - percebendo evidentemente o significado do momento - mandam todos os outros continuar mas não perturbam o casal.

*********************************************************************************************
Continuo viajando pelo Vitenan com nosso amigo do site=Do Cabo da Ropca a Valdisvotok.
Sonia Maria
Atom


sábado, 4 de maio de 2013

Época das monções está à porta

Época das monções está à porta:

 Ainda falta cerca de um mês, mas a época das monções no sul do Laos está à porta e de quando em vez parece que a natureza faz questão de o lembrar. Estava eu ao fim da tarde a escrever tranquilamente na varanda do bungalow-a-três-euros-a-noite quando o céu escurece de repente e uma forte rajada de vento leva tudo à frente.
O vento foi tal que me obrigou a retirar tudo do balcão e a seguir para outras paragens. Ao ruído da ventania juntava-se o restolhar das árvores e o bater de algumas portas. Ao longe ouvia-se o ribombar de trovões em modo quase contínuo.
 Durante cerca de duas horas a vida como que ficou em suspenso na ilha de Don Det. As luzes foram apagadas por precaução e nos restaurantes-esplanada muitos conversavam baixo, como que para não incomodar os elementos, mas a maioria limitava-se a olhar para o rio em desalinho.

*********************************************************************************************Viajando on-line. Gosto deste site: Do cabo da Roca a Vladivostok
Ótimas postagens, uma verdadeira aula de historia e geografia.
Sonia Maria
Atom