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sábado, 30 de março de 2013

"A praça como local de saborear a natureza-observar o modo do viver....

 Hoje acordei-me como desejo de estar num praça daquelas onde podiamos, sentar, observar a natureza, ver as crian;as brincando, as pessoas conversando, andando sem pressa,,,sem barulhos, náo pra;as onde acontecemmanifestaç!oes populares revolucionáras daera s primaveras atuais, mas onde reinava a primavera do viver entre o homem e a natureza, onde sel ia o jornal calmamente, se recitavam poesias,,,Tenho boas recordações da infancia,da adolescéncia e de muitos lugares onde estive,onde sentáva-me tranquilamente em praças,onde ainda podíamos saborear a natureza, olhar as pessoas, sem nenhum compromisso, apenas desfrutar do significado humano de poder estarmos sentada na mesma, sem medo,sem receios, sem ameaças, ficar ao Deus dará simplesmente !


 Nelas,a gente desfrutava de momentos de paz !

Neste video temos fotos dos momentos em Porto Feliz e na Praça da Catedral
Estou saudade dos amigos. !!!!!!!!!!!

   Hoje estou lembrando-m eda Praça de Porto Feliz- SP,quando fiquei mais de 2 anos,como coloboradora bahá'i voluntária.
Sempre sentava-me alguns momentos na praça. olhando o povo, escutando as falas,sentindo e percebendo o viver humano da cidade.
Eu gostava muito daqueles momentos.. 
Táo simples e táo grandioso..
Mas o dia mais lindo naquela Praça foi no último dia em que estive na mesma, quando fizemos nossa primeira Exposiçäo sobre a Fé Bahai e pudemos divulgar literatura, folhetos,conversar livremente co os que desejavam saber algo. Havia uma atmosfera especial na praça,já que Sidney e Paulo,tinham assegurado som,e uma canção especial,enchia a mesma de uma melodia suave,mergulhando numa energia de paz!






Espero que possa viajar e visitar os amigos!
Estarei meditando,orando para que este desejo possa ser realizado.
E convidando a amiga Vanda. 
Sonia Maria
Atom

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Diálogo e linguagem religiosa

Diálogo e linguagem religiosa:
Para estabelecer um diálogo é necessário falar a mesma linguagem que o nosso interlocutor. E para uma linguagem ser comum, não basta partilhar de palavras iguais; os significados destas palavras também têm de ser os mesmos.

No caso do diálogo inter-religioso será que temos uma linguagem comum? Em cada religião encontramos conceitos e termos únicos; e também podemos encontrar palavras comuns no vocabulário de diferentes religiões. Mas será que essas palavras comuns significam a mesma coisa?

Será que termos como “revelação”, iluminação”, “pecado”, “inferno” ou “paraíso” têm significados comuns para todos os crentes?

Consideremos as seguintes palavras de Bahá'u'lláh:
Nós, em verdade, viemos por vossa causa e suportamos os infortúnios do mundo para vossa salvação. (Bahá'u'lláh, Epístola Mais Sagrada)
A maioria dos Bahá’ís ao ler esta frase tem um entendimento específico sobre a palavra “salvação” e capta um determinado entendimento desta frase. Mas um Cristão pode entender esta palavra noutro sentido, e fazer uma leitura diferente desta frase. Torna-se claro que as leituras que fazemos dos textos sagrados estão sempre condicionadas pela nossa perspectiva, pelo nosso lugar no universo das religiões.

O problema surge quando recusamos a validade de outras perspectivas, ou insistimos infundadamente na superioridade da nossa perspectiva.

Quando uma confissão (ou um crente) pretende que se usem estes termos apenas com o significado que lhes é familiar e recusam entender ou aceitar outros significados, então que diálogo inter-religioso poderemos ter?

Quando se tenta descrever as outras religiões com a nossa própria linguagem religiosa (em vez de usar as linguagens dessas religiões) que espécie de diálogo estamos a construir?
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Devemos realmente valorizar esta matéria, esta orientação na nossa prática de apresentar a Mensagem Bahá'i...
Obrigada ao Marco Oliveira- Membro da Comunidade Bahai de Portugal e editor do Blog-Povo de Bahá
Sonia Maria
Atom

sábado, 12 de janeiro de 2013

Receita de Casa

Receita de Casa:


Para desejar boas vibes em 2013, divido com você este texto, com palavras e sentimentos que eu acredito muito :)

Receita de Casa

Uma casa deve ter varandas para sonhar,
cantos confortáveis para chorar,
salas bonitas para os amigos bem receber,
cantos para os segredos desabafar,
para as confidências, e para o bem amar.

Uma casa precisa um ninho ser,
pois o amor precisa de espaço pra crescer,
de alguns empurrões pra saltar e voar,
muita liberdade para querer ficar,
alguns espaços para conceber e procriar,
jardins para a alegria plantar.

Uma casa precisa de muito amor,
cuidados para não ter medo de alguém partir,
um pouco de ciúmes pra proteger,
amizade para o companheirismo perdurar,
o dom de sempre surpreender,
e enfeitiçar sempre para durar.

Uma casa precisa ser um bom e doce lar,
com muita cumplicidade a esbanjar,
união e somatório pra ter sempre o que dar,
família grande pra ter a vida sempre a se doar,um grande amor - lógico - pra nos realizar."

Intertexto de “Receita de Casa” de Lia Luft
Via EcoCasa Portuguesa


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Gosto demais deste blog..E a poesia de Lia Lufl  expressa e retrata o que sempre senti e sinto de que como deve ser uma casa humanizadora. Sem convenções, mas, com disciplina e bastante amor. e alegria que se irradia no dia a dia... e seja capaz de produzir o barulho do amor..
Os visitantes, os que frequentam constante mente  a mesma, a minha colaboradora semanal, encontra um espaço de interação em mitas ações. cozinhar, ouvir musica, dançar, arrumar o ambiente, o momento do descanso, o silencio necessário para cada um .os netos e neta vêem a casa quando chegam por aquiitrazem ainda mais barulho da alegria e ternura do coração dos pequeninos,podem chorar,,fazer birra no tapete..durante um tempo,, me acordar na cama,,,pedir o café matinal,,,, Tentamos repassar esta visão humana, o sentimento de que a casa é deles também, Não ha convenções, temos disciplina e horários  compartilhamos o jeito de cada um...aprendemos mais sobre nós mesmos...
Ultimamente tento dedicar bastante atenção no significado sobreo local onde vivo e convivo. com mais visão humana sobre o lar. Minha casa recebe amigos para um bate-papo humano, cantamos, oramos, aqui se chega com o coração receptivo, e a gente tenta dar aos amigos oque eles desejam.Os vistantes tem entrado felizes e saído felizes.
Fui criada assim no nordeste- num lar que promovia felicidade, paz, acolhia todos eram iguais , importavam-se uns com os outros...
Casa não deve ter jeitio de hospital , nem de quartel.ou escritório... Melhor criarmos o espaço da aldeia, fazenda,,, ter aquele ar de primavera,, a primavera que deve reinar em nosso corações. sempre...
Já basta as grades, os portões, as chaves digitais que nos dão o sentimento de que as casa estão virando prisões......
Um bom-dia.Depois conto o que aconteceu por aqui ontem. "Era uma casa muito engraçada,,. Mas .não tinha nem tem paredes de indiferença, superioridade, preconceitos,,,animosidade, violência, indiferença,,, .tinha e tem parede de solidariedade, amizade genuína, autenticidade, diversidade.., com cheirinho de ternura.." Bom dominog!
Sonia Maria
Atom