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quarta-feira, 13 de março de 2013

Pelos caminhos do património mundial

Pelos caminhos do património mundial:
Hoje dei por mim a pensar na viagem e nos caminhos que me trouxeram até Luan Prabang, a segunda maior cidade do Laos que tem o seu quê da atmosfera que apenas podemos encontrar em Sintra. E a analogia levou-me longe.
Desde que a 20 de setembro do ano passado comecei esta viagem, já atravessei um continente e estou a meio de outro. E o comboio, o autocarro, a bicicleta, a scooter ou o tuk-tuk levaram-me a locais que só em sonhos imaginei. Calcorreei as mesmas calçadas percorridas por São Francisco Xavier na Índia e na Malásia, fiz-me às florestas da tribo Akha, contemplei o túmulo de Cirus, o Grande, no Irão e até comi escorpião em Bangkok.
Quando abro o computador, olho para o mapa e refaço o percurso destes já mais de cinco meses na estrada, apercebo-me de como os meus passos me levaram por caminhos que são Património da Humanidade. Budapeste, Istambul, Éfeso, Pamukalle, Velha Goa, Fort Cochi, Malaca, GeorgeTown, Sukhotai e agora Luan Praban.
Uns celebram a antiguidade, outros o encontro de culturas e outros ainda a maravilha da natureza. Mas todos têm em comum uma magia que os torna únicos.
Vou a meio da viagem e já tanto vi.
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Mas ele viaja, e me faz conhecer tantos lugares, via seu site- Do Cabo da Roca a Vladivostok,  de Portugal...
Grata por nos oferecer estes artigos. Sonia
Sonia Maria
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sábado, 2 de março de 2013

Na aldeia de Porn Nan Ront

Na aldeia de Porn Nan Ront:
Os Akha são uma das tribos de montanha que habitam o norte da Tailândia. Sairam do sul da China há 300 anos e instalaram-se na Birmânia, actual Myanmar, de onde nas últimas décadas começaram a rumar em direção ao reino da Tailândia. Vivem uma vida simples mas como em todo o lado estão a perder as suas tradições.
A aldeia de Porn Nan Ront é um desses locais. Situado no extremo noroeste do país, o povoado é composto na sua quase totalidade por casas construídas com bamboo. E como em Portugal, apenas as crianças e os velhos resistem, tendo a maioria dos jovens migrado para a cidade mais próxima, Xiang Rai. Aqui vive-se da agricultura e do turismo, com uma guesthouse gerida por uma organização local que doa 10 por cento dos proveitos à aldeia.
Porn Nan Ront quer dizer a aldeia da cascata e a razão está à vista de todos quantos a visitam. A cerca de um quilómetro da última casa, uma queda de água mantém a sua força o ano inteiro, mesmo no final da estação seca.
Este é um daqueles locais procurados por turistas que querem fugir das urbes e da multidão. São poucos os que aqui chegam e poucos são os que resistem a ficar por mais tempo do que o planeado. A paisagem é deslumbrante, com a floresta a impor-se em toda a sua plenitude. A 1600 metros de altitude, os últimos cem metros são transpostos por uma estrada com uma inclinação superior a 20 por cento.
É preciso ser-se um atleta para vencer a rampa. E fazê-lo após uma caminha de quatro horas com um calor de perto de 36 graus não se consegue sem grande esforço. Há quedas de água, nascentes de água termal e a floresta. É tudo quanto se pode pedir numa aldeia que está a perder as suas tradições.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Em Malaca - do site ViagemdeComboio-acesse o link no título da postagem

Em Malaca:
Malaca é um nome mítico na história da aventura portuguesa no Oriente. Afonso de Albuquerque aqui chegou em 1511 há frente de um corpo expedicionário de 1200 homens com o objetivo de controlar as rotas comerciais entre o Índico e o Pacífico.
Conseguiu tomar a cidade mas ao invés de controlar o comércio, a presença portuguesa levou a que outras cidades ganhassem maior protagonismo. Os portugueses mantiveram-se na cidade até em 1641 serem escorraçados pelos holandeses.
Da presença portuguesa há poucos vestígios na cidade que é Património da Humanidade desde 2008. Apenas as ruínas da igreja de São Paulo e uma das portas da fortaleza que os homens de Albuquerque erigiram. A porta de Santiago é localmente conhecida por A Famosa e é um dos ex-libris da cidade.
Mais duradora foram as palavras portuguesas absorvidas pela língua malaia. Dizer que alguém é do “campo” equivale a afirmar que essa mesma pessoa é saloia; e skola é a palavra malaia para escola.



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Viajando pela internet, com as postagens do site ViagemdeComboio- acesse o link do titulo e entre no site.
No Brasil está difícil viajar, ônibus incendiando em Santa Catarina, intranquilidade no país, carnaval  exagerado, megalômano  faturando milhões de reais... A gente vai ficando em casa....Ainda bem que podemos conhecer o mundo através da internet.
Sonia

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

As flores de aço

As flores de aço:
Gardens by the Bay,  um dos melhores jardins botânicos do mundo. Inaugurado há cinco anos, rapidamente se tornou uma das principais atrações de uma cidade que tem também aquele que é  considerado um dos melhores do género.
Mas mais do que a sua qualidade enquanto jardim botânico, é a sua qualidade arquitetónica que imediatamente cativa. E aqui, mais do que as cúpulas envidraçadas, sobressaem as imensas flores de aço que na verdade são painéis solares e torres de vento, essenciais para a sustentabilidade ecológica do local. 
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Postagem do amigo viajante- site-Viagem de Comboio.
Sonia Maria
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A cidade que a selva engoliu

A cidade que a selva engoliu:
Da Velha Goa que foi a capital do Império Português do Oriente durante cerca de três séculos pouco resta. E o que resta é suficientemente belo e importante para ter sido considerado Património da Humanidade em 1989.
A cidade que Afonso de Albuquerque escolheu para viver e que se tornou tão ou mais importante do que Lisboa no seu tempo foi afetada por epidemias que dizimaram boa parte da populção em meados do século XVII, levando o vice-rei a transferir-se de armas e bagagens para Panjim.
Hoje, no local da cidade que já teve 300.000 pessoas a acotovelarem-se nas suas ruas apenas subsiste o vasto e importante conjunto de igrejas construídas pelos portugueses como centro evangélico da Índia. Todos os edifícios civis desapareceram.
A força da natureza na Índia é brutal. A cidade abandonada foi atingida pelas monções e sem qualquer tipo de manutenção acabou literalmente engolida pela densa vegetação. É o que acontece com a igreja e convento de Santo Agostinho que começou a ser construída no século XVI e acabou por sucumbir no século XIX, dela restando ainda uma imponente torre. "Ainda me lembro de haver uma segunda torre quando era pequeno" - diz-me Xavier da Costa, taxista - mas também ela foi abaixo".





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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Na aldeia sagrada de Chak Chak

Na aldeia sagrada de Chak Chak:
Perdida no planalto central do Irão, no deserto montanhoso do Dasht-e Kavi, Chak Chak é uma pequena aldeia e o mais sagrado local do Zoroastrianismo.
A mais antiga religião monoteísta do mundo e a primeira a instituir a dicotomia do bem e do mal está hoje praticamente extinta, com a sua maior comunidade a residir na Índia. Mas Chak Chak continua a ser o seu principal local de peregrinação.
A pequena aldeia está incrustrada na montanha, num acentuado declive de casas amarelas com grandes balcões até ao pequeno templo do fogo de Pir-e-Sabz.
Aqui, acreditam os seguidores de Zarastruta, a filha do imperador sassiano Yazdegerb III, foi encurralada pelos exércitos árabes invasores em 640 A.C. Vendo-se encurralada, Nikbanuk pediu a protecção divina e a montanha abriu-se e deu-lhe guarida. Desde então, do tecto da gruta que alberga o templo do fogo caem pingas de água, num lacrimejar constante pelo destino da princesa.
Todos os anos, entre 14 e 16 de maio, Zoroastrianos vindos de todo o Irão e da Índia reúnem-se em peregrinação na pequena aldeia de Chak Chak, um nome que significa pinga-pinga




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Uma beleza, este site. Uma verdadeira aula de historia...Aquilo que a gente não aprende nos cursos escolares.;
Grato ao autor do site. Clique na frase e abram o site.
SoniaMaria
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