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sábado, 9 de março de 2013

O grafitter que deu mais cor a GeorgeTown

O grafitter que deu mais cor a GeorgeTown:
"Todos deviam ter a oportunidade de pintar uma parede". A afirmação pertence a Ernest Zacharievich, o homem que em 2012 deu mais cor às ruas de GeorgeTown, a bela cidade da ilha de Penang, na Malásia.
Zachas - como assina as suas obras - foi convidado para pintar alguns dos muros da cidade fundada pelos ingleses no final do século XVIII e que mantém uma atmosfera única em toda a Malásia, com o multiculturalismo a ser a sua maior riqueza. GeorgeTown foi inscrita como Património da Humanidade o ano passado e foi no âmbito da celebração deste estatuto que Zachas desenvolveu o seu projecto.
A obra do grafitter lituano caiu rapidamente no goto dos habitantes da cidade e dos muitos forasteiros que procuram a atmosfera descontraída e a arquitetura colonial de GeorgeTown. Alguns dos trabalhos de Zachas são de grandes dimensões, mas é nos mais pequenos apontamentos que verdadeiramente surpreende. Zachas utiliza uma técnica que junta objetos a pinturas murais. Os rapazes que andam de bicicleta ou o outro que está em cima de uma moto rapidamente se tornaram ícones da cidade.
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Para ver a matéria inteira visite o site. Do Cabo da Roca a Vladisvotok.
Sonia Maria
Atom


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Os riquexós coloridos

Os riquexós coloridos:

Ao contrário da maioria das cidades asiáticas, os riquexós de Malaca não têm por objetivo levar os clientes do ponto A para o ponto B. Aqui, estes triciclos são espalhafatosos, com arranjos florais de plástico, muita luz e... muita música. São um caso raro de poluição visual e sonora.



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Do amigo viajante- Viagem de comboio. Clique no link e veja o Blog.
Sonia Maria
Atom

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O meu amigo Sajad

O meu amigo Sajad:
Sajad é um contudor de riquexó. O melhor seria dizer: Sajad é o condutor de riquexó de Fort Cochi. Ao volante do seu Porshe calcorreia as ruas levando consigo gente que a quer conhecer melhor. Não o verão parado à beira da estrada nem o ouvirão perguntar "riquexó, mister". Sajad está ao serviço de um hostel e é meu amigo.
Foi ele que me levou pelo labirinto das ruas menos conhecidas, deixando para trás o parque Vasco da Gama e a bela Princess Road. Foi Sajad que me deu a conhecer a inevitável judiaria ou o Dutch Palace e os seus belos frescos. Sajad fez muito mais do que isso, mostrou-me o mercado da fruta e permitiu-me sentir um pouco do perfume que só os de Cochi conhecem. Juntos à única mesa da esplanada de uma pequena casa de chá num pátio traseiro junto ao armazém de especiarias, antigo de 400 anos, a conversa correu livre ao sabor da sua curiosidade e do que permitia o seu inglês.
Com o orgulho de todos os pais, mostrou-me as fotos dos seus filhos a caminho da escola, uniforme vestido e a correr para o futuro. Rimo-nos de nada e partilhámos silêncios enquanto saboreávamos chá Massala, com as especiarias mas sem o leite, no meu caso. E falámos de futebol, claro. Apesar de aqui na Índia não serem muitos os que conhecem Cristiano Ronaldo e companhia.
Partilhámos bons momentos à noite, no alpendre do Vedanta Wake Up!, juntamente com Binu Jonh, a sua viola e o seu humor. Só falhámos a combinada ida ao cinema já no último dia. Talvez para a próxima


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Diariamente vejo o que o amigo publica e viajo atravès da internet em suas andanças, especiais, corajosas... maravilhosas...
Obrigada,
Sonia Maria
Atom

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Na cidade mais antiga do mundo

Na cidade mais antiga do mundo:
 Percorrer as ruas do centro de Yazd com os seus vastos muros e arcadas de adobe é como fazermos uma instantânea viagem no tempo.
Localizada no centro do Irão, Yazd é uma das mais antigas cidades do mundo, sendo mesmo apontada como a mais antiga, com uma história de mais de 7000 anos de permanente ocupação humana. A sua localização longínqua preservou-a de guerras e conflitos pelo que o seu centro manteve-se incólume. A arquitetura de adobe mantém-se ainda hoje, com a cor da terra a predominar.
Calcorreando as labirínticas e calmas ruas centrais da cidade dou por mim sem perceber exatamente onde estou. Não existem referências explícitas, como este ou aquele edifício diferente ou aquele outro reclame.
Aqui tudo foi mantido como terá sido há centenas de anos. Os grossos e altos muros de adobe escondem o casario de que apenas pesadas portas de madeira abrem para a rua. Não há janelas, as que existem dão para pátios interiores. De quando em vez, colunas ligam os dois lados da rua sustentando os muros, numa demonstração do forte espírito de união da comunidade.

*******************************************************************************Uma site verdadeiramente cultural, clique o link do texto do autor.
Sonia Maria
Atom
igo e conheça o autor suas viagens , comentários  e narrativas...