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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A comunidade arménia de Esfehan

A comunidade arménia de Esfehan:
Não é fácil ser-se cristão e arménio no Irão. Deveria ter posto a frase entre aspas, pois ela não é da minha lavra. Existem cerca de 50 mil cristãos armênios a viver no Irão, naquela que é uma das maiores comunidades da diáspora daquele povo.
A maioria da comunidade - qualquer coisa como 30 mil pessoas - está sediada em Teerão, mas Esfehan é o principal centro espiritual e histórico dos armênios no Irão. A comunidade está implantada nesta cidade desde o ano de 1606, quando por édito de Shah Abbas, o Xá que revolucionou a cidade e que autorizou os armênios a instalarem-se na margem esquerda do rio Zayandeh.
A pequena vila de Jolfa tornou-se com o passar dos séculos no bairro arménio da cidade, há medida que a expansão urbana se fez para o outro lado do rio. É neste bairro que está a bela catedral e convento de Vank.
Touma Galstounian, o porta-voz da comunidade, diz-me que "não é fácil ser-se arménio no Irão, mas este ainda é o único local onde podemos manter a nossa identidade e por isso cá continuamos".
"Mas - avisa - somos cada vez menos. Há muitas pessoas que emigram para a Alemanha e para os Estados Unidos, mas lá vão perdendo os nossos costumes e a nossa identidade".
Dentro dos muros que cercam o vasto pátio onde está a catedral encontra-se também a biblioteca arménia e o museu da comunidade, que mantém os éditos de Shah Abbas a permitir a escusa de impostos ou a ordenar que ninguém moleste os armênios seus súbditos  Aqui também se podem ver documentos relativos ao genocídio arménio na Turquia entre 1915 e 1917.
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Conhecemos amigos de origem da Armênia, aqui no Brasil, que são membros da Comunidade Bahá'i,vieram inclusive como Pioneiros Baha'is e ajudaram a construir e consolidar comunidades no mundo e no Brasil. A Revelação Bahá'i inclui e aceita todas as Revelações Divinas, lemos Seus Escritos..Todos estão reunidos em uma só comunidade mundial, sem distinção...
Sonia Maria
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Na aldeia sagrada de Chak Chak

Na aldeia sagrada de Chak Chak:
Perdida no planalto central do Irão, no deserto montanhoso do Dasht-e Kavi, Chak Chak é uma pequena aldeia e o mais sagrado local do Zoroastrianismo.
A mais antiga religião monoteísta do mundo e a primeira a instituir a dicotomia do bem e do mal está hoje praticamente extinta, com a sua maior comunidade a residir na Índia. Mas Chak Chak continua a ser o seu principal local de peregrinação.
A pequena aldeia está incrustrada na montanha, num acentuado declive de casas amarelas com grandes balcões até ao pequeno templo do fogo de Pir-e-Sabz.
Aqui, acreditam os seguidores de Zarastruta, a filha do imperador sassiano Yazdegerb III, foi encurralada pelos exércitos árabes invasores em 640 A.C. Vendo-se encurralada, Nikbanuk pediu a protecção divina e a montanha abriu-se e deu-lhe guarida. Desde então, do tecto da gruta que alberga o templo do fogo caem pingas de água, num lacrimejar constante pelo destino da princesa.
Todos os anos, entre 14 e 16 de maio, Zoroastrianos vindos de todo o Irão e da Índia reúnem-se em peregrinação na pequena aldeia de Chak Chak, um nome que significa pinga-pinga




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Uma beleza, este site. Uma verdadeira aula de historia...Aquilo que a gente não aprende nos cursos escolares.;
Grato ao autor do site. Clique na frase e abram o site.
SoniaMaria
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