Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de setembro de 2014

Alceu Valença - Pot-Pourri - Cirandas/ Luar de Prata/ Ciranda da Aliança...



Como oriunda do nordeste do Brasil, adoro cirandas,,,,
Esta ciranda apresentada em show no Recife, apresenta  muita alegria e poesia.
Provavelmente vamos apresentar este video na tarde cultural sobre o Nordeste, no dia 4 de outubro , na Comunidade Bahái Local, para finalizar o programa definido por nosso grupo.
Um bom - final de semana...
Cirandeie com os amigos, familias, conheça novas cirandas no You-tube,
Uma expressão cultural excelente para todos, um modo de cantar e dançar em grupo.
Morei em Recife, forte centro cultural do nordeste, onde as cirandas tem bastante expressão , onde todos de qualquer idade, dançam juntos.
Feliz final de semana!
Simplesmente Sonia Maria

ATOM

domingo, 17 de agosto de 2014

Deliverance - Banjo Duel


Um instrumento comum nos EUA, pouco tocado por aqui
Mas achei lindo este duelo de Banjos.
Um bom-domingo, Sonia
Atom

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Danza Húngara Número 5 - Brahms


Há anos náo escutava músicas de Brahms, esta
e linda, alegre, envolvente.
Um bom-dia, com musica clássica especial.
SImplesmente Sonia Maria
Atom

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Natal, parece coisa de crian;a, entáo váo estas imagens.

No Natal,  grande parte das cidades parece que viram imagens de contos infantis. Para náo quebrar o sentimento que reina nos coraçóes das crianças, colocando estas imagens.
Para mim, todo dia é dia de amar a todos, todo dia é de celebrar  a unidade e o amor entre os povos do mundo
O natal, tornou-se no Ocidente mais uma festa cultural.
Coisa de criança mesmo.
Simplesmente Sonia Maria
Atom
Atom

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

.Quinteto Violado - Palavra Acesa....


Quinteto Violado um grupo que permanece, que cada dia se aprimora.sempre retratando a historia da seca, do povo nordestino diante dos desafios.
Sempre especial, e quando posso retorno a ouvir essas canções que relembram o período da juventude vivido em Alagoas.
Palavra Acesa, a que  tem força, mensagem , recado, poesia ...
Um bom final de semana.!
Estaremos ausente uns 6  dias...
Simplesmente Sonia Maria
Atom

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Memphys: Sons da nossa terra - Cio da terra



*********************************************************************************************
Gosto  bastante desta canção, e as vezes cantamos em  nossas reuniéos de bate-papo. Náo conhecia este grupo, colocando para os amigos e leitores.

SimplesmenteSoniaMaria

Blog-Ternura de Deus

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Os noivos de Saigão

Os noivos de Saigão:
É habitual vê-los nos locais emblemáticos de Saigão. Elas de vestido branco e eles de fato e gravata. Estão em frente à bela estação central dos correios, posam com o palácio da reunificação por fundo ou mesmo na escadaria do museu da cidade. Os noivos de Saigão estão em todo o lado, devidamente enquadrados por verdadeiras equipas de fotografia.
No estacionamento do Museu Ho Chi Min, dedicado à história da cidade, uma carrinha anuncia "fotos e vestidos de casamento". Este é um negócio de vento em poupa. No seu interior, vestidos de noiva de diferentes formatos para serem utilizados na produção que envolve fotógrafos e assistentes de luz.
Aqui a temperatura anda pela casa dos trinta e muitos graus à sombra e a humidade é bastante alta, pelo que todas estas equipas têm dois membros que estão sempre de prevenção. A maquilhadora e o homem do chapéu de chuva. A sua função é a mesma: prevenir que os noivos fiquem mal na fotografia.


\\********************************************************************************************** Postagem do site- Do Cabo da Roca a Vladivostok- Portugal.
Sonia Maria
Atom

terça-feira, 11 de junho de 2013

No mercado semanal de Bac Ha

No mercado semanal de Bac Ha:
 Bac Ha é uma pequena cidade do norte do Vietnam, perto da fronteira chinesa, que é célebre pelo seu mercado semanal. É domingo e chego pelas 7 e meia da manhã, desembaraço-me das mochilas e embrenho-me num outro mundo.
Ainda não há turistas. Começarão a chegar aos magotes dentro de cerca de duas horas. Não há, portanto, tempo a perder. Ao mercado dominical de Bac Ha afluem os aldeãos das redondezas. São membros de várias minorias étnicas e os Hmong Floridos (Flower Hmong) são o grupo principal e também aquele que mais se deixa ver.
Parece que recuei no tempo. As mulheres chegam envergando o seu traje tradicional. Seria assim Portugal na primeira metade do século 20. Os vestidos têm intrincados padrões coloridos que demoram três a quatro meses a serem bordados.
Este é um lugar único e nos próximos dias mostrarei alguns dos pormenores que captei no mercado de domingo na cidade de Bac Ha, onde passei uma manhã que mexeu comigo e com os meus sentidos.

**************************************************************************************************
Sempre uma novidade, neste site.
Sonia Maria
Atom

sábado, 4 de maio de 2013

Época das monções está à porta

Época das monções está à porta:

 Ainda falta cerca de um mês, mas a época das monções no sul do Laos está à porta e de quando em vez parece que a natureza faz questão de o lembrar. Estava eu ao fim da tarde a escrever tranquilamente na varanda do bungalow-a-três-euros-a-noite quando o céu escurece de repente e uma forte rajada de vento leva tudo à frente.
O vento foi tal que me obrigou a retirar tudo do balcão e a seguir para outras paragens. Ao ruído da ventania juntava-se o restolhar das árvores e o bater de algumas portas. Ao longe ouvia-se o ribombar de trovões em modo quase contínuo.
 Durante cerca de duas horas a vida como que ficou em suspenso na ilha de Don Det. As luzes foram apagadas por precaução e nos restaurantes-esplanada muitos conversavam baixo, como que para não incomodar os elementos, mas a maioria limitava-se a olhar para o rio em desalinho.

*********************************************************************************************Viajando on-line. Gosto deste site: Do cabo da Roca a Vladivostok
Ótimas postagens, uma verdadeira aula de historia e geografia.
Sonia Maria
Atom


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Música no templo de Phomchek Phomchom

Música no templo de Phomchek Phomchom:
A caminho do Museu Nacional de Angkor, junto ao Jardim Real, começo a ouvir música que ecoa a partir do pequeno templo de Phomchek Phomchom. O local é mais uma capela do que outra coisa, mas fervilha de actividade. Descalço-me, subo os três ou quatro degraus e no largo alpendre um grupo de cinco músicos empresta o ambiente perfeito para a oração.
Os cinco músicos fazem sessões de meia-hora em que enchem o templo com o som dos seus instrumentos tradicionais: a flauta de bambu que se chama Khloy; Sko, o tambor que se toca com as mãos; Skir thom, o par de tambores; o xilofone de madeiraque tem por nome Reniak Anek; e o instrumento circular de pequenos gongos Kong Vong.
Ouça aqui o som que gravei no local.

*********************************************************************************************
Agradável e maravilhoso acessar as postagens do site: Do Cabo da Roca a Vladivostok.
Site de Portugal
Sonia Maria
Atom


sexta-feira, 26 de abril de 2013

19 de abril: Dia do Índio

19 de abril: Dia do Índio:

Prepare a tinta e os cocares. Em 2014, pela 69ª vez, comemora-se no Brasil o Dia do Índio. A data, celebrada todo 19 de abril, foi criada em 2 de junho de 1943 e festejada oficialmente pela primeira vez no ano seguinte. A homenagem – instituída pelo então presidente da República, Getúlio Vargas, por meio do Decreto-Lei número 5.540 – baseou-se no Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, reunido no México, em 1940, e está registrada no Diário Oficial da União da época.

Conheça o decreto-lei de criação do Dia do Índio

Hábitos e nomes indígenas estão presentes na cultura brasileira

Os mais de 25 mil dias que se passaram desde a criação do dia dedicado aos povos indígenas representam apenas uma restrita parcela da rica história que os primeiros habitantes do território brasileiro têm para contar. Estudiosos afirmam que, quando os europeus chegaram ao Brasil, os índios já habitavam a América do Sul há mais de 10 mil anos.

De acordo com o Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, no entanto, os atuais integrantes da população indígena estão longe de viver apenas nas ocas e tribos isoladas como antigamente. Dados mostram que, hoje, em 80,5% dos municípios brasileiros existe pelo menos um indígena.

A rica cultura e a aproximação cada vez maior com esses povos faz com que os hábitos indígenas estejam presentes em vários setores do dia-a-dia brasileiro. Afinal, quem é o curumin (menino na linguagem indígena) ou a cunhatã (menina) que não toma banho todos os dias? Esse hábito de higiene foi herdado, justamente, dos homenageados desta sexta-feira.

EBC

*********************************************************************************************
Postagem atrasada, mas dando as infomações. Melhor que comemorassemos mostrando o avanó educacional dos povos indigenas, que tem sido pequeno neste país táo indigena em sua origem, e bastante ignorado, e bastante exaltado em datas , eventos turisticos, folclóricos e violados em seus direitos  a saude, massacrados por posseiros etc.
 Muitos povos indigenas começaram a perder seus valores fundamentais e aprendem e   imitam conosco considerados náo indigenas a violencia, o aumento do uso do alcool, a maneira de enfrentar os problemas náo mais com seus valores....
Sonia Maria
Atom

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Os sapatos ficam à porta

Os sapatos ficam à porta:
 Os sapatos ficam à porta. Seja dos templos, casas, hoteis ou mesmo algumas lojas. No Sudoeste Asiático entrar calçado em qualquer lugar é uma falta de respeito e consideração.
Os pés são a parte mais "baixa" do corpo e por isso há também que ter o cuidado de não nos sentarmos com os pés para a frente, apontando para uma imagem de buda, ou descansá-los num banco que esteja fronteiro a uma pessoa.


*********************************************************************************************
Sempre aprendendo com este site...
Sonia Maria
Atom

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pelos caminhos do património mundial

Pelos caminhos do património mundial:
Hoje dei por mim a pensar na viagem e nos caminhos que me trouxeram até Luan Prabang, a segunda maior cidade do Laos que tem o seu quê da atmosfera que apenas podemos encontrar em Sintra. E a analogia levou-me longe.
Desde que a 20 de setembro do ano passado comecei esta viagem, já atravessei um continente e estou a meio de outro. E o comboio, o autocarro, a bicicleta, a scooter ou o tuk-tuk levaram-me a locais que só em sonhos imaginei. Calcorreei as mesmas calçadas percorridas por São Francisco Xavier na Índia e na Malásia, fiz-me às florestas da tribo Akha, contemplei o túmulo de Cirus, o Grande, no Irão e até comi escorpião em Bangkok.
Quando abro o computador, olho para o mapa e refaço o percurso destes já mais de cinco meses na estrada, apercebo-me de como os meus passos me levaram por caminhos que são Património da Humanidade. Budapeste, Istambul, Éfeso, Pamukalle, Velha Goa, Fort Cochi, Malaca, GeorgeTown, Sukhotai e agora Luan Praban.
Uns celebram a antiguidade, outros o encontro de culturas e outros ainda a maravilha da natureza. Mas todos têm em comum uma magia que os torna únicos.
Vou a meio da viagem e já tanto vi.
*****************************************************************************************
Mas ele viaja, e me faz conhecer tantos lugares, via seu site- Do Cabo da Roca a Vladivostok,  de Portugal...
Grata por nos oferecer estes artigos. Sonia
Sonia Maria
Atom



sábado, 9 de março de 2013

O grafitter que deu mais cor a GeorgeTown

O grafitter que deu mais cor a GeorgeTown:
"Todos deviam ter a oportunidade de pintar uma parede". A afirmação pertence a Ernest Zacharievich, o homem que em 2012 deu mais cor às ruas de GeorgeTown, a bela cidade da ilha de Penang, na Malásia.
Zachas - como assina as suas obras - foi convidado para pintar alguns dos muros da cidade fundada pelos ingleses no final do século XVIII e que mantém uma atmosfera única em toda a Malásia, com o multiculturalismo a ser a sua maior riqueza. GeorgeTown foi inscrita como Património da Humanidade o ano passado e foi no âmbito da celebração deste estatuto que Zachas desenvolveu o seu projecto.
A obra do grafitter lituano caiu rapidamente no goto dos habitantes da cidade e dos muitos forasteiros que procuram a atmosfera descontraída e a arquitetura colonial de GeorgeTown. Alguns dos trabalhos de Zachas são de grandes dimensões, mas é nos mais pequenos apontamentos que verdadeiramente surpreende. Zachas utiliza uma técnica que junta objetos a pinturas murais. Os rapazes que andam de bicicleta ou o outro que está em cima de uma moto rapidamente se tornaram ícones da cidade.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Para ver a matéria inteira visite o site. Do Cabo da Roca a Vladisvotok.
Sonia Maria
Atom


segunda-feira, 4 de março de 2013

"Milton Nascimento - Nada Será Como Antes" Início



Encontrei este vídeo por acaso, vendo outras canções, um canção pouco divulgada......
Achei linda a apresentação...pelo grupo de teatro...
Um bom-dia..
Sonia Maria
Atom

Caicó Cantiga



Música de Milton Nascimento...Uma beleza ...
Comecemos. a semana com  melodias que  mostram os valores  musicais da CULTURA BRASILEIRA.
Milton Nascimento consegue com suas composições nos mostrar a riqueza cultural através da música.
Sonia Maria
Atom





sábado, 2 de março de 2013

Na aldeia de Porn Nan Ront

Na aldeia de Porn Nan Ront:
Os Akha são uma das tribos de montanha que habitam o norte da Tailândia. Sairam do sul da China há 300 anos e instalaram-se na Birmânia, actual Myanmar, de onde nas últimas décadas começaram a rumar em direção ao reino da Tailândia. Vivem uma vida simples mas como em todo o lado estão a perder as suas tradições.
A aldeia de Porn Nan Ront é um desses locais. Situado no extremo noroeste do país, o povoado é composto na sua quase totalidade por casas construídas com bamboo. E como em Portugal, apenas as crianças e os velhos resistem, tendo a maioria dos jovens migrado para a cidade mais próxima, Xiang Rai. Aqui vive-se da agricultura e do turismo, com uma guesthouse gerida por uma organização local que doa 10 por cento dos proveitos à aldeia.
Porn Nan Ront quer dizer a aldeia da cascata e a razão está à vista de todos quantos a visitam. A cerca de um quilómetro da última casa, uma queda de água mantém a sua força o ano inteiro, mesmo no final da estação seca.
Este é um daqueles locais procurados por turistas que querem fugir das urbes e da multidão. São poucos os que aqui chegam e poucos são os que resistem a ficar por mais tempo do que o planeado. A paisagem é deslumbrante, com a floresta a impor-se em toda a sua plenitude. A 1600 metros de altitude, os últimos cem metros são transpostos por uma estrada com uma inclinação superior a 20 por cento.
É preciso ser-se um atleta para vencer a rampa. E fazê-lo após uma caminha de quatro horas com um calor de perto de 36 graus não se consegue sem grande esforço. Há quedas de água, nascentes de água termal e a floresta. É tudo quanto se pode pedir numa aldeia que está a perder as suas tradições.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Acometado - Mawaca (Pra todo Canto)



****************************************************************************** Fiquei feliz em encontrar este vídeo Esta musica" Acometado" é uma ciranda do Planeta..
Linda para trabalhar com crianças;;;
 Tenho 1 CD do grupo, onde tem esta ciranda, escuto as musicas e sinto-me cidadã do planeta.
Uso as mesmas nas reuniões com os amigos, valorizando a riqueza da diversidade cultural, em especial na musica.
Tem um mantra maravilhoso que uso para a parte de meditação nas reuniões baha'is com os amigos e amigas em minha casa. Espero fazer esta ciranda com crianças,adolescente e adultos na Sede Bahái de Londrina., numa grande roda de unidade..
Preciso comprar outros CDS.
Sonia Maria
Atom

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Os riquexós coloridos

Os riquexós coloridos:

Ao contrário da maioria das cidades asiáticas, os riquexós de Malaca não têm por objetivo levar os clientes do ponto A para o ponto B. Aqui, estes triciclos são espalhafatosos, com arranjos florais de plástico, muita luz e... muita música. São um caso raro de poluição visual e sonora.



*****************************************************************************
Do amigo viajante- Viagem de comboio. Clique no link e veja o Blog.
Sonia Maria
Atom