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domingo, 13 de outubro de 2013

"A Estrada e o violeiro" - Uma canção para todos,os que já a conhecem e os novos que nunca escutaram a mesma !.


Uma das musicas mais lindas,  época dos Festivais  da Cnncão no Brasil.
Época em que  as ertadas náo estavam  cheias de carros e caminhöes,  estradas, e os sonhadores viajavam com seus violóes, em busca de um novo destino, de significados.
Uma poesia em canto, que é um encanto.
 Eu escutava bastante a mesma, e tinha um violäo debaixo do braço, cantando na pracinha. Durante mitos anos tive violäo, tocava pouco, aprendi sozinha.
 Dava para cantar com as crianças nas comunidades baháìs.
Um bom-domingo...saboreando esta linda música.

Simplesmente Sónia Maria\
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Saudadde do tempo vivido no sertão nordestino- Video "Riacho do Navio " de Luiz Gonzaga:



Imagem- Vector freepik
Saudades do sertão nordestino... 
Morei no sertão da Paraíba, quando fui trabalhar em Patos, no meu segundo emprego de Enfermeira de Saúde Pública pelo Governo do Estado. 
Difícil esquecer a beleza do sertão, apesar de tudo que tem de adversidades.
 E o luar do sertão realmente é impressionante...
A luz da lua, reflete-se nas pedras .
Não dá para gente deixar de manter o mesmo vivo em nossas mentes. 
 Mas Luiz Gonzaga, foi capaz de nos mostrar a beleza do sertão em todos suas nuances... 
A segunda vez que morei no sertão , foi em petrolina,, divisa com Juazeiro=Pe, vendo aquela dimensão do Rio Sçao Francisco...
Outro momento especial na vida.
Já casada, com dois filhos pequenos, morando perto da ponte, e o filho menor, o Roshan, tão ativo como eu, adorava ir dar uma de guarda de transito mirim na ponte. Um sufoco mesmo!
Mas viver nesta região tao rica em diversidade cultural,  deixou-me certamente mais rica também em conhecimento , cultura, no modo de vida do sertanejo, tão diferente e aprendendo a viver com o povo desta região. 
Sou nordestina da terra dos coqueiros, das matas, das frutas, da água de coco , pamonha, tapioca, sururu, camarão .
 Lá aprendi a comer carne de sol com mandioca, carne de bode, e aprender e admirar ainda mais as canções e ritmos da região: xote,baião ao som das músicas de Luiz Gonzaga.
Então para matar as saudades assistindo o vídeo- "Riacho do Navio"- do rio Pajeú, hoje quase desparecendo. No sertão pude conhecer os rios temporários, ensinada nas aulas de geografia na infância..



Sonia Maria

sábado, 26 de janeiro de 2013

Fw: CHÁ PARA DORMIR BEM e contra a Ansiedade

Fw: CHÁ PARA DORMIR BEM e contra a Ansiedade:


Autumn-colors-finland-_nationa
Foto-National Geograph---------- Mensagem encaminhada --------
-De: Silva Primaz
Data: 26 de janeiro de 2013 09:50
Assunto: Fw: CHÁ PARA DORMIR BEM e contra a Ansiedade
Para>sonia:
coisas da natureza...


que a natureza nos oferece
... simplesmente um chá para dormirem bem
   
contribuição  
... da  Receita Natural 
Image1





CHÁ PARA DORMIR BEM e contra a Ansiedade.docx
Download this file


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*Aos amigos de Portugal, gratidão pelo carinho,por manter a amizade.e melhorando a saude de todos.no planeta, como Exorta os Escrits Bahá'is
Sonia Maria
Atoms



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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MANUAL PARA 2013 !!!


MANUAL PARA 2013 !!!:
Saúde:
1. Beba muita água
2. Coma mais o que nasce em árvores e plantas, e menos alimento produzido pelas fábricas;
3. Viva com os 3 E's: Energia, Entusiasmo e Empatia;
4. Arranje tempo para orar;
5. Jogue mais jogos;
6. Leia mais livros do que leu em 2012;
7. Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;
8. Durma 8 horas por dia;
9. Faça caminhadas de 20-60 minutos por dia, e enquanto caminha sorria.
Personalidade:
11. Não compare a sua vida a dos outros. Ninguém faz ideia de como é a caminhada dos outros;
12. Não tenha pensamentos negativos ou coisas de que não tenha controle;
13. Não se exceda. Mantenha-se nos seus limites;
14. Não se torne demasiadamente sério;
15. Não desperdice a sua energia preciosa em fofocas;
16. Sonhe mais;
17. Inveja é uma perda de tempo. Você tem tudo que necessita....
18. Esqueça questões do passado. Não lembre seu parceiro dos seus erros do passado. Isso destruirá a sua felicidade presente;
19. A vida é curta demais para odiar alguém. Não odeie. Odiar alguém é como tomar veneno e esperar que o outro morra !
20. Faça as pazes com o seu passado para não estragar o seu presente;
21. Ninguém comanda a sua felicidade a não ser você;
22. Tenha consciência que a vida é uma escola e que está nela para aprender. Problemas apenas fazem parte; eles aparecem e se desvanecem como uma aula de álgebra, mas as lições que aprende, perduram uma vida inteira;
23. Sorria e gargalhe mais;
24. Não necessite ganhar todas as discussões. Aceite também a discordância;
Sociedade:
25. Entre mais em contato com sua família;
26. Dê algo de bom aos outros diariamente;
27. Perdoe a todos por tudo;
28. Passe tempo com pessoas acima de 70 anos e abaixo de 6;
29. Tente fazer sorrir pelo menos três pessoas por dia;
30. Não te diz respeito o que os outros pensam de você, é problema deles.
31. O seu trabalho não tomará conta de você quando estiver doente. Os seus amigos o farão. Mantém contato com eles.
A Vida:
32. Faça o que é correto;
33. Desfaça-se do que não é útil, bonito ou alegre;
34. DEUScura tudo;
35. Por muito boa ou má que a situação seja.... Ela mudará... Tudo passa !!
36. Não interessa como se sente, levanta, se arruma e aparece;
37. O melhor ainda está para vir;
38. Quando acordar vivo de manhã, agradeça a DEUS pela graça.
39. Mantenha seu coração sempre feliz.
Por último:
40. Envia para aqueles que você ama ou quer bem e que deseja um 2013 maravilhoso!!!
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FONTE : autor desconhecido

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Do Blog- Antes aque a natureza morra, publicado no Google Reader;
Sonia Maria

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Estranha forma de vida

Foto do Google-drive

Estranha forma de vida:
Os tempos que correm, correm para onde? Pergunta que não cala quando se instala a contradição entre os instrumentos do bem-estar e o real bem-estar, minando a qualidade de vida de todos. Os engarrafamentos que paralisam a cidade e que pioram a cada dia são o sintoma mais visível desse paradoxo. Quem sonhou ter um carro anda hoje no Rio de Janeiro na velocidade de um lombo de burro. Porque todos querem rapidez, ninguém se mexe.
Nos aeroportos brasileiros, corre-corre, atrasos e voos anulados, o estresse que daí resulta diminui substancialmente as vantagens da viagem de avião. Os ônibus estão ganhando a corrida com a Ponte Aérea, a tartaruga ultrapassando a lebre.
No plano da psicologia individual, a corrida contra o tempo é o leitmotiv da vida urbana. Dorme-se pouco, come-se rápido, fazem-se várias coisas ao mesmo tempo — cozinhando, vê-se televisão e fala-se no celular — estratégia batizada de multitarefas. O sociólogo alemão Helmut Rosa, apoiado em estatísticas, constata que a depressão tornou-se uma doença urbana globalmente epidêmica. Na origem, a fome de tempo.
A obviedade, constantemente repetida, de que as novas tecnologias aceleram o ritmo do cotidiano encobre o fato que elas nascem de um fascínio pela rapidez que sempre fez parte das ambições humanas. O e-mail, sublime invenção, tornaria a comunicação mais rápida se o volume da correspondência se mantivesse estável. Porque mais rápida, cresceu exponencialmente.
A Web, contrariamente ao esperado, fez-se devoradora de tempo. Quanto mais esse fascínio pela rapidez é satisfeito, mais nos aproximamos de seu limite fatal, o esgotamento das 24 horas do dia, não só em sua dimensão de tempo em que se acotovelam atividades desejadas e tarefas a cumprir como também em sua dimensão de esgotamento psicológico, a capacidade humana de absorver e processar informação.
A internet propicia a presença simultânea em uma infinidade de universos, uma vivência múltipla e sem continuidade. Se por um lado isso abre horizontes, informa e diverte, por outro provoca uma indigestão mental ou, no caso extremo de viciados na rede, leva à overdose. Para esses, já está à venda um aplicativo que bloqueia o uso da rede depois de um tempo determinado.
Ver no telejornal as imagens de um show de rock enquanto corre embaixo da tela uma legenda noticiando a descoberta de centenas de corpos mutilados na Síria exige uma inusitada negociação de sentimentos. Instala-se uma não discriminação que tudo aplaina.
Canais de informação dividem suas telas em quatro para multiplicar a possibilidade de imagens e dados. Assim esperam acompanhar a performance das bolsas cuja unidade de tempo de operação é inferior a um segundo. Esse exemplo flagra a força do princípio da competição, pano de fundo da aceleração. Esse princípio que inspira a economia se alastra pelo conjunto da vida: a luta pelos empregos, pelos bens de consumo, pela posição social. Como o competidor não dorme, para ser competitivo há que ser insone. Como na prova de esforço, corre-se cada vez mais para não sair do lugar. Quem não aguenta o ritmo, enfarta.
Não se trata de demonizar a tecnologia que, indiferente, serve ao que as sociedades definem como necessidades. São instrumentos adaptados ao desejo de aceleração que todos, aprendizes de feiticeiro, imprimimos ao cotidiano.
Engarrafamentos de pesadelo, acampamentos nos aeroportos, depressões epidêmicas são sintomas de uma mesma disfunção, do esgotamento de um modo de vida a ser repensado, com a cabeça no futuro, sem saudosismos.
A título de exemplo, as horas de ponta do trânsito existem porque todos entram e saem do trabalho às mesmas horas, estendendo a todo e qualquer trabalho a lógica da fábrica. E se, em vez de apenas alargar ruas — solução espacial — se pensasse o espaçamento dos horários de expediente — solução temporal? Essa ideia inovadora que age não sobre o engarrafamento, mas sobre os tempos da cidade, foi testada com sucesso em Milão, envolvendo empresas, escolas e prefeitura em uma solução de custo zero, fora do marco de referência do urbanismo convencional.
Quando um sistema entra em colapso duas atitudes são recomendáveis: passar recibo de que se trata de um colapso e buscar soluções fora de sua lógica. Nenhum sistema se regenera usando os mesmos recursos e soluções que o fizeram degenerar. O que está em questão não é tanto este ou aquele aspecto da aceleração que afeta nossas vidas e sim a lógica dessa estranha forma de vida. Em tela de juízo, a lógica do sempre mais e mais rápido.
Rosiska Darcy de Oliveira é escritora

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Ótima análise, sempre estamos comentando sobre  esta estranha forma de viver..Apressada, correndo, o alto preço sobre a saúde, sobre as relações humanas....
Encontro ressonância no artigo. 
Sonia Maria
Atom

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

"Exaustão" -Anciã Aborígene Australiana-

Foto National Geographic

Mensagem extraído Livro: "Meditações para mulheres que fazem demais"- Anne Wilson Schaef
Exaustão - Anciã Aborígene Australiana

"Vocês brancos, são tão esquisitos.Achamos mUito primitivo uma criança ter apenas um pai e uma mãe."

As gerações passadas podiam dar-se ao luxo de sustentar famílias numerosas. Os avós estavam sempre por perto e costumavam compartilhar histórias sobre sua vida e seu passado.
As crianças se sentavam para ouvir, e, a medida que velhas histórias eram contadas e recontadas, os pais podiam sentir a calorosa intensidade daquele momento de reconhecimento e familiaridade e escondiam, no íntimo, um sorriso.
Hoje em dia, porém muitos de nós não tem contato com uma família numerosa ou não tem tempo sequer para a família.
Somos a família de nossos filhos.
Temos de representar o passado e o presente e servir-lhes de guia para o  futuro. Isto é EXTENUANTE.

No Havaí, as pessoas sempre reservam um tempo para contar histórias. 
PODEMOS APRENDER ISSO COM ELES."

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Vídeo sobre arte australiana



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Excelente texto , num tempo em que não se preza muito o relato do passado, a criação do espaço de familiaridade ente pais, filhos e avós...E a contação de histórias centrada em literatura infantil e não na própria historia de vida dos mais velhos......
Na minha infância vivenciei esta prática e adorava escutar a histórias dos mais velhos- avós, parentes, madrinhas... E a vida ficava mais leve certamente.