quarta-feira, 14 de novembro de 2012

AO CARPINEJAR PELA ESTRADA

AO CARPINEJAR PELA ESTRADA:
Penso que não há certeza no desamor por unanimidade, mas há sim uma grande dúvida... A certeza seria libertadora, uma dádiva, uma benção. A dúvida é o que nos ata... E atados vamos. Pior seria não irmos. Ficarmos.

Ficaríamos logo no início da infância, antes mesmo do terreno das memórias, ou nos primórdios da memória, memórias de fraldas. Ou na lembrança de Fanta Uva de algum colégio primário, quem sabe, como ocorreu ao poeta Carpinejar. Na memória furtiva do escritor, encontrei um paralelo a mais. Também, assim como o escritor, sou adepto à regressão por Fanta Uva. Contudo é sempre ao mesmo ponto que retorno, à minha São Caetano do Sul natal...

A gente finge que cresceu, que aquela criança morreu, que somos irremediavelmente adultos... Um dia, quando velhos e faltos de auto controle, a criança salta e nos tomam por loucos... Loucura sim é passar pela vida fingindo e mentindo que não somos mais meninas e meninos, como se a vida fosse um passeio por fases...
 
“Criança diz tudo o que pensa e por isso é divertida, adulto pensa tudo o que diz e por isso é chato.”


Obs. Este texto eu escrevi em comentário à crônica “Meu Pior Vício” do escritor Fabrício Carpinejar e tive vontade de compartilhar com os amigos de meu blog. O blog do Fabrício é o http://carpinejar.blogspot.com.br/


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Excelente as cronicas do autor do Blog... Quando posso publico. Visitem seu Blog tem mitos artigos excelentes. Escreve com o coração, capaz de percber a vida em toda sua dimensão. .
Sonia- Maria
Atom

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