segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Educação promove seres livres da miséria, degradação e prostituição

Educação promove seres livres da miséria, degradação e prostituição: " Prostituição existe no país inteiro. Como a gente percebe, é a ignorância e miséria juntas. Depois vêm a droga e a prostituição, e aí a degradação. É fácil interromper esse ciclo vicioso. Falta querer. O “Bom Dia Brasil” desta terça-feira mostrou Cingapura, um paraíso que há menos de 50 anos era um lugar pantanoso, pobre e sujo. Assim como a pujante Coreia do Sul há 60 anos era um lugar arrasado, com maioria analfabeta. Mas aí veio a vontade. Investiram em educação, uma educação que fez um futuro opulento. Por que não querem educação por aqui? Por que fingem que estão investindo em educação se não investem em professores? Porque educação liberta da miséria, da dependência, do assistencialismo. Converte escravos de tudo em seres livres, e promove uma mudança. Aquela mudança da inscrição da bandeira do município de São Paulo: “Non Ducor Duco”, “não sou conduzido, mas conduzo”. Na prostituição infantil do Nordeste, é bom combatermos os aliciadores, quem está promovendo isso, mas é preciso chegar às origens: a educação e formação. Pegando filhos, pais e professores e escolas. Coisa para revolução. Se os donos dos votos deixarem. Bom Dia Brasil
Realmente não se erradica a miséria e a pobreza, sem educação.
Nem se previne o aborto,sem investir na educação humana, intelectual , material ... não se evita a gravidez  em adolescentes  sem a educação tanto intelectual como integral....Brasil continuará sendo campeão da prostituição infantil especialmente no Nordeste..Há 40 continuo vendo o agravamento da situação da pobreza, miséria, prostituição, péssimos indicadores  de saúde,:continuando com alta mortalidade infantil...Alagoas bate record de violência juvenil e uso do crack
Mas as políticas sociais parecem agir como curativos:
1- Provisão de 'camisinhas" para evitar a gravidez indesejada, prevenir as dst em especial a AIDS, em vez de  primeiramente  educar  as crianças, adolescentes junto com as famílias para a dignidade e respeito na vida sexual inclusive, educar e capacitar meninas e mulheres para serem forças de mudanças profundas  na sociedade;2-Evitar a violência focando  na denúncia e  na aplicação da Lei Maria da Penha,  uma grande vitória certamente,mas sem implementa programas educativos de novos modelos de convivência familiar e promoção da mulher e da igualdade  de direitos e deveres entre homens e mulheres-algo a ser valorizado na familia e nas escolas.

Num cenário deste, sempre manteremos a pedofilia, a violência contra a mulher, o aumento da prostituição infantil ,(esta semana denúncia grave sobre prostituição nas estradas nordestinas estimulada pelas próprias adolescentes com apoio de corrupção de policiais) o estímulo e uso  do turismo com fins sexuais,  as DST, a desordem social, o caos social.

Investir em educação de maneira integral é o maior fator de mudanças numa sociedade.
O resto é tapar o" sol com a peneira."
O que mudou no Nordeste?
Parece-me que:
1-O  Turismo Internacional, oferecendo a imagem de local parasidiaco, fonte de lazer para os visitantes , mantendo padrão de riqueza para minorias.

2-O incremento da economia voltada para monocultura da cana, que garante riqueza para uma minoria e mantém o padrão de pobreza na sociedade.
Então a  gente continua escutando a mesma mensagem conformista:  "È assim mesmo...nada muda... O povo não quer  nada.. O homem não muda....Será?
Ou existem interesses em se manter esta falinha repetitiva, este "lero-lero" antigo e chato sempre?
Faz 3 anos que não volto ao Nordeste, e sinceramente não me animo muito, pois não vou ao Nordeste como turista, sempre continuo cidadã nordestina criada em Alagoas e  de longe vendo esta região continuando a viver do mesmo modo, apenas mais fantasiada de desenvolvimento econômico e material.
O que existe e crescimento econômico e material mesmo  em algumas areas.
Não sou formada em sociologia, minha formação é de Enfermeira com Curso de Especialização em Saúde Pública na USP quando estudamos antropologia e sociologia na area da saúde 
Mas vivenciei  a realidade da miséria e da pobreza  como Enfermeira Comunitária...
 As opiniões e 
 percepções baseadas na vivencia  de uma cidadã educada e consciente apenas.

Nem escrevo com propósito político, pois como espiritualista , não participo de movimentos políticos -partidários.
Apenas ajo como ser humano consciente do seu próprio papel como  agente de mudanças. 

Sônia-Londrina 

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